Jorge Luiz Vieira Foques (Porto Alegre 16 de abril de 1964) cantor, compositor, ator e produtor musical. Explora em suas composições tanto o estilo instrumental quanto o lítero-musical, passando pelo infantil, trilha sonora e diversos gêneros musicais. Possui na sua discografia os trabalhos Cultura Rag (instrumental), Divisor das Águas (Trilha Sonora) e Ayò (Afrobeat) interpretado em Português e Iorubá.

 

Aos nove anos Jorge Foques ganhou um violino do tio Antônio Jacob Vieira, iniciando a prática musical em dois instrumentos: o Violino, com João Pedro dos Santos e o Piano, com sua filha Leopoldina Maria, cujo estudo específico decorreu em torno de três anos. O contato com a música desde cedo aceleraram a necessidade de utilizar instrumentos mais práticos e tão logo passou a desenvolver sua teoria no violão, acordeon e guitarra.

 

Neste período participou pela primeira vez no programa de Antônio Gabriel chamado “Domingo Alegre”, na extinta TV PIRATINI. A partir daí realizou apresentações em eventos estudantis e em festivais populares.

 

Com o grupo de folclore internacional Folcloamérica, no qual foi diretor musical, desenvolveu estilos latino-americanos fazendo apresentações em Chajari, Córdoba e Rio Cuarto (Argentina), Ipacarai (Paraguai) e interior do Rio Grande do Sul (de 85 a 87).

 

Com o grupo Sem Fronteiras, participou de diversos festivais nativistas do RS e como arranjador e produtor independente, nos festivais: 18ª Califórnia da Canção (Uruguaiana-RS), II Moenda da Canção (Santo Antônio da Patrulha-RS), Reculuta da Canção (Guaíba) com músicas autorais.

 

Criou e produziu os espetáculos: O Poeta Marginal - Bar Opinião(RS), em Nov/87; A Cerimônia da Corte no Teatro Dante Barone-Poa; A Dança dos Mestrais no Bar Opinião-Poa; Panis Et Circenses - Cia de Arte-Poa, em nov/88; Yoga Ocidental no Porto de Elis-Poa e O Violino Negro no Teatro Renascença-Poa, em 89; Cultura Rag no projeto Música Instrumental na Usina-Poa em 95 e o lançamento do CD de mesmo nome no Teatro Bruno Kieffer-Poa em 97.

 

Como músico executante integrou as bandas Produto Nacional, Ultramen e os trabalhos de Giba-Giba e o guitarreiro Luis Vagner.

Em 1998 transfere-se para o Rio de Janeiro e estabelece parceria com o grupo de bonecos 100Modos, para o qual criou músicas para os programas Iscavoka e Sítio do Picapau Amarelo.            Fez sua primeira apresentação solo no projeto Workshow no Rock in Rio Café, em maio/99 e no espaço Thumbs Up em 2000. Também conheceu e participou dos trabalhos da cantora Andrea Paola, Dj TR e banda Soul Brasil.

 

Em São Paulo, em 2001 Foques firma parceria com a Plena Comunicação, produziu o CD do violeiro Viveiros Jorge, realizou o Espetáculo Nós com Almerinda Frota, no Espaço Cultural Uranus, em 2002 e participação na Iª Mostra de Arte de Paúba.

 

Em Porto Alegre, lança o Musical infantil Tomou Conta da História no Teatro Renascença-Poa, Jorge Foques e-Convidados Teatro de Câmera Túlio Piva e Usina do Gasômetro-Poa em 2004 e 2005; o projeto Afrika Language no Teatro de Câmara Tulio Piva e Teatro Bruno Kiefer (RS) em 2007, Show de lançamento do CD AYÒ/Teatro Dante Barone (RS) em 2010.

 

Jorge Foques criou e desenvolveu o projeto Moinhos da Baqueta em Santo Antônio da Patrulha (RS) e o projeto Aí Vem a coisa! – projetos culturais para crianças, adolescentes e maturidade, por intermédio do Instituto Nacional de Comunicação Cultural-INC (de 2010 a 2017).

Realizou o Intercâmbio e difusão Cultural/Minc Dança Contemporânea e Música Brasileira - Brasil/Espanha, na Cia. Outra Danza em Elche-Alicante, Espanha em 2011 e 2012 - em parceria com Marilice Bastos; Trilha Sonora Original da peça A Dama dos Evangelhos,  de Elisa Lucas em 2014; Iº Prêmio Diversidades-RS, em 2014, em parceria com o Ponto de Cultura Assunção e o bloco Tô no Ponto.

 

Em 2015 realizou o show Carta Aberta no Espaço Meme Santo de Casa e no Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo; Espetáculo Musical Theastai no Teatro Dante Barone, em 2015; Projeto Anacrouse no Espaço Voz, Nós Coworking-Poa em 2017.